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O que é uma Editora Autogestionária?

Nova identidade do nosso Editorial

Quem somos, como apoiar e política de envios

editorialadande

A situação imediata na Venezuela diante da crimi A situação imediata na Venezuela diante da criminosa e maior agressão direta dos EUA da história contra um país latino-americano é de generalizar a resistência popular e iniciar uma guerra de todo o povo para derrotar a invasão imperialista e expulsar o inimigo.

A besta imperialista, ferida e moribunda, em uma ação colonial sem precedentes, inicia uma guerra de agressão contra o povo venezuelano, realizando bombardeios covardes, operações de sabotagem e incursões terrestres para derrubar o governo bolivariano e se apropriar dos recursos energéticos do país. 

Exigir a aparição com vida de Nicolás Maduro e Cilia Flores, sequestrados pelo governo fascista do €stupr∆d0r e p€dófil0 Donald Trump. Defender a República Bolivariana da Venezuela, seu governo legítimo, sua democracia popular e a pátria revolucionária de Guaicaipuro, Bolívar, Zamora e Chávez. 

Toda a esquerda latino-americana, as forças populares e os movimentos sociais, como dever anti-imperialista, precisam sair às ruas em demonstrações de solidariedade ao povo chavista da Venezuela e assumir uma política de formação de brigadas internacionalistas, apoiando e participando diretamente da resistência contra a América fascista. 

No plano internacional, é necessário exigir que os governos progressistas da Colômbia, México e Brasil se juntem a Cuba e a Nicarágua para defender de forma objetiva e com medidas militares a soberania venezuelana, a estabilidade do continente e a paz regional. 

A Federação Russa e a República Popular da China, que também são nações agredidas pelo Império, assim como a República Islâmica do Irã que está sofrendo um ataque neste momento, precisam liderar o Sul Global como uma questão existencial, intervir em defesa da soberania da Venezuela e avançar também na constituição de um novo Pacto de Varsóvia com os países do campo anti-imperialista como a Coreia Popular e a Confederação do Sahel, para enfrentar e se opor aos ataques da besta imperialista e seus vassalos associados, que em situação de desespero estratégico e crise terminal, espalha guerras de agressão e massacres contra os povos e países soberanos em todo o mundo. 

VENCEREMOS! MORTE AO IMPÉRIO!
Pensamento Marighella – Volume II é o segundo l Pensamento Marighella – Volume II é o segundo livro da antologia de Carlos Marighella e da Ação Libertadora Nacional – ALN, com o artigo de apresentação “Marighella – reentoar um canto de guerra” e mais de 40 documentos que complementam o primeiro volume. 

Tem início com o mítico “Minimanual do Guerrilheiro Urbano”, além de cartas, discursos e os últimos textos de Marighella até sua entrevista publicada pela revista francesa Front em novembro de 1969. Com a ALN atingida pelo assassinato do seu fundador, mas seguindo heroicamente em combate, apresentamos um conjunto de textos e documentos de Joaquim Câmara Ferreira, o Velho. 

Após a queda do Comandante Toledo e a ALN reorganizada, apresentamos os textos da sua Coordenação Nacional, escritos de Iuri Xavier, do Comandante Crioulo e outros dirigentes, a polêmica com a Tendência Leninista, além dos artigos recuperados da última fase da organização até 1973/74, uma iconografia da ALN e anexos com os jornais O Guerrilheiro, Ação e Venceremos.

A Coleção Pensamento Marighella é a maior pesquisa de recuperação da obra do guerrilheiro baiano e da organização revolucionária que fundou, a Ação Libertadora Nacional. Os dois volumes de Pensamento Marighella reúnem mais de 70 textos, imagens, entrevistas e documentos recuperados ou inéditos, a partir do processo de ruptura de Marighella com o PCB, passando pela fundação da ALN, até o aniquilamento pela repressão da mais importante organização revolucionária da esquerda armada que enfrentou a ditadura militar fascista no Brasil. 

Título: Pensamento Marighella – Volume II
Autor: Carlos Marighella – ALN 
Páginas:  330 págs. 

📕 Disponível em nosso site com adesivos de brinde em todos os pedidos ou em formato e-book com valor acessível.
PRINCÍPIOS DO COMUNISMO - FRIEDRICH ENGELS Como PRINCÍPIOS DO COMUNISMO - FRIEDRICH ENGELS

Como parte da celebração dos 205 anos do nascimento de Friedrich Engels, revolucionário prussiano e teórico comunista nascido em 28 de novembro de 1820, que foi também cofundador do socialismo científico e do método materialista dialético ao lado de Karl Marx, publicamos a versão completa em português do texto Princípios do Comunismo, que precedeu o Manifesto do Partido Comunista.

O texto foi escrito por Engels entre outubro e novembro de 1847 como esboço de programa para a Liga dos Comunistas no contexto dos debates sobre um projeto de “Profissão de fé comunista” proposto pela direção londrina (K. Schapper, H. Bauer e J. Moll) no primeiro congresso da Liga, em junho de 1847, no qual a Liga dos Justos foi reorganizada e recebeu o nome de Liga dos Comunistas. 

Marx e Engels criticaram fortemente o projeto de “Profissão de fé comunista”, pelas influências do “socialismo utópico”, assim como o esboço messiânico escrito por Moses Hess, representante do chamado “verdadeiro socialismo”. 

Engels foi encarregado pela direção parisiense da Liga para escrever um novo projeto que se tornou o documento Princípios do Comunismo, mas via este texto apenas como um esboço preliminar do programa (como expressou em sua carta a Marx, de 23/24 de novembro de 1847) e sugeriu que seria melhor abandonar a forma desatualizada de catecismo (perguntas e repostas) e escrever um programa na forma de um “Manifesto Comunista”, sendo o nome do Manifesto, portanto, foi uma sugestão de Engels. 

O segundo congresso da Liga dos Comunistas, entre 29 de novembro e 8 de dezembro de 1847, no qual Marx e Engels defenderam os princípios científicos do socialismo, encarregou ambos de elaborar um novo programa. Na elaboração do Manifesto do Partido Comunista usaram grande parte das teses desenvolvidas em Princípios do Comunismo.

💻 Leia completo em editorialadande.com
NOVA IMPRESSÃO DA AUTOBIOGRAFIA DE MALCOLM X A A NOVA IMPRESSÃO DA AUTOBIOGRAFIA DE MALCOLM X

A Autobiografia de Malcolm X com a colaboração de Alex Haley, lançada originalmente em 1965, figura entre os livros mais importantes de não ficção do século XX, com a cuidadosa redação de Alex Haley, que depois se consagraria com o romance “Roots”.

O livro narra a trajetória incendiária de Malcolm Little, nascido em 19 de maio de 1925 e filho de um pastor garveysta membro da Universal Negro Improvement Association (UNIA) que foi assassinado por supremacistas brancos. “Red”, como era chamado pelos amigos de juventude, se envolveu com a criminalidade e na prisão se converteu ao “islamismo negro” de Elijah Muhammad, tornando-se depois Malcolm X, o eloquente porta-voz da Nação do Islã (NOI) e a figura mais contundente e importante da luta de libertação negra nos EUA. Ao romper com a NOI, partir em visita à África e realizar uma peregrinação a Meca, adota o nome El-Hajj Malik El-Shabazz e funda a Muslim Mosque Inc. e a Organização da Unidade Afro-Americana (OAAU), radicalizando suas posições políticas na defesa do nacionalismo negro revolucionário e de um programa anticapitalista, até ser assassinado por uma conspiração da CIA e do FBI em 21 de fevereiro de 1965.

Tradução completa da edição original publicada em outubro de 1965 (NY, EUA).
 
Título: Autobiografia de Malcolm X 
Autores: Malcolm X e Alex Haley 
1ª edição, 4ª impressão, 430 págs. 

🎁 Adesivos de brinde em todos os pedidos. 

📱Disponível também em e-book. 

💻 editorialadande.com
📕 E-BOOKS ADANDÉ Apresentamos aos nossos leit 📕 E-BOOKS ADANDÉ

Apresentamos aos nossos leitores e leitoras nossos primeiros e-books. As edições digitais em versões integrais dos nossos livros agora também estão disponíveis com valores acessíveis em nosso site. 

Nosso objetivo é colocar todo nosso catálogo com opções em e-books e venda direta em nosso site, com preços populares e por fora do esquema de monopólio dos livros digitais por grandes empresas como Amazon, Google, Apple, Kobo e outras. 

A venda dos primeiros e-books em nosso site, além de ajudar a financiar nosso projeto editorial militante, visa ampliar a divulgação e o acesso aos nossos livros e aos temas que envolvem a teoria revolucionária e o pensamento anticolonial. 

 

PELA LIBERTAÇÃO E PELO SOCIALISMO!

💻 editorialadande.com/ebooks
55 ANOS DA IMORTALIDADE DE JOAQUIM CÂMARA FERREIR 55 ANOS DA IMORTALIDADE DE JOAQUIM CÂMARA FERREIRA

Joaquim Câmara Ferreira, o Comandante Toledo, foi um jornalista, revolucionário brasileiro e importante dirigente do PCB, que rompeu com o partido em 1967 para fundar, junto com Carlos Marighella e outros revolucionários, o Agrupamento Comunista de São Paulo, que daria origem à Ação Libertadora Nacional – ALN.

Após o assassinato de Marighella pela repressão em 4 de novembro de 1969, o “Velho” como era chamado pelos combatentes da ALN, assume a condição de principal dirigente da organização, dando prosseguimento à estratégia da revolução brasileira elaborada por Marighella e sendo o principal articulador da Frente Armada Revolucionária, que reuniu além da própria ALN, a Vanguarda Popular Revolucionária do Comandante Carlos Lamarca, o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), o PCBR de Mário Alves e o Movimento Revolucionário – 8 de Outubro (MR-8), para coordenar ações armadas nas cidades e lançar a guerrilha rural no país. 

Preso político do Estado Novo, Zinho, como também era carinhosamente chamado por seus familiares e amigos, era um veterano comunista quando comandou a mais famosa ação guerrilheira no país, a captura do embaixador norte-americano Charles Elbrick em setembro de 1969, em uma ação conjunta da ALN e do MR-8, obrigando a ditadura militar fascista e serviçal do imperialismo a publicar o manifesto dos revolucionários e libertar 15 presos políticos dos centros de tortura do regime.

Joaquim Câmara Ferreira foi assassinado em 23 de outubro de 1970, com 57 anos e no auge de sua atuação política clandestina, preso em uma emboscada do DOI-CODI em São Paulo e torturado até a morte pela equipe do facínora Sérgio Paranhos Fleury. Seus textos, entrevistas e documentos inéditos estão publicados no livro Pensamento Marighella – Volume II.
Nova impressão da Autobiografia de Malcolm X disp Nova impressão da Autobiografia de Malcolm X disponível em nosso site, com frete grátis e adesivos de brinde. #malcomx #antirracismo #livroseleitura
NOVA IMPRESSÃO A Autobiografia de Malcolm X com NOVA IMPRESSÃO 

A Autobiografia de Malcolm X com a colaboração de Alex Haley, lançada originalmente em 1965, figura entre os livros mais importantes de não ficção do século XX, com a cuidadosa redação de Alex Haley, que depois se consagraria com o romance “Roots”.

O livro narra a trajetória incendiária de Malcolm Little, nascido em 19 de maio de 1925 e filho de um pastor garveysta membro da Universal Negro Improvement Association (UNIA) que foi assassinado por supremacistas brancos. “Red”, como era chamado pelos amigos de juventude, se envolveu com a criminalidade e na prisão se converteu ao “islamismo negro” de Elijah Muhammad, tornando-se depois Malcolm X, o eloquente porta-voz da Nação do Islã (NOI) e a figura mais contundente e importante da luta de libertação negra nos EUA. Ao romper com a NOI, partir em visita à África e realizar uma peregrinação a Meca, adota o nome El-Hajj Malik El-Shabazz e funda a Muslim Mosque Inc. e a Organização da Unidade Afro-Americana (OAAU), radicalizando suas posições políticas na defesa do nacionalismo negro revolucionário e de um programa anticapitalista, até ser assassinado por uma conspiração da CIA e do FBI em 21 de fevereiro de 1965.

📙 1ª edição, 4ª impressão (2025). 

📕 Tradução completa da edição original publicada em outubro de 1965 (NY, EUA).
 
Título: Autobiografia de Malcolm X com a colaboração de Alex Haley
Autores: Malcolm X e Alex Haley 
Páginas: 430 págs. 
Frete Grátis + adesivos de brinde. 

* Envios da próxima remessa a partir do dia 7 de novembro de 2025.
Yaḥya Ibrahim Ḥasan al-Sinwar, comandante político-militar do Hamas e das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam, foi martirizado em 16 de outubro de 2024 enquanto patrulhava as ruas de Rafah e combatia em campo às forças coloniais da ocupação na guerra genocida do inimigo sionista e imperialista contra o povo palestino.

Sinwar nasceu em 29 de outubro de 1962, em Khan Yunis, na Palestina ocupada. Ingressou na Universidade Islâmica de Gaza e se graduou em Língua e Literatura Árabe. Como escritor talentoso e dedicado estudioso do hebraico traduziu e publicou 5 obras, entre elas o romance “O Espinho e o Cravo” (2004) e “Glória” (2010), sobre as operações do Shin Bet. 

Preso pela primeira vez em 1982 como líder estudantil do “Bloco Islâmico”, foi novamente encarcerado em 1985 por atividades do al-Majd, rede de segurança e inteligência palestina da qual foi co-fundador. Militante do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) desde 1987, Yaḥya foi um dos fundadores das Brigadas al-Qassam, sendo condenado a 426 anos de prisão em 1988 e mantido como prisioneiro de guerra pelo Estado fantoche sionista por 23 anos. Foi libertado com outros 1.026 palestinos na troca de prisioneiros ocorrida em 2011, após o acordo de Wafa al-Ahrar. 

Eleito para o Bureau Político do Hamas, Sinwar chefiou sua ala militar a partir de 2012 e se tornou líder do Hamas na Faixa de Gaza em 2017. Como exímio estrategista político-militar, iniciou o processo de aproximação política com a República Islâmica do Irã e integração ao Eixo da Resistência, retirando o Hamas da órbita da Irmandade Muçulmana e unificando a resistência palestina na Sala de Operações Conjuntas. 

Sinwar foi, juntamente com Mohhamd Deif, o principal arquiteto da gloriosa Operação Dilúvio de Al-Aqsa, realizada em 7 de outubro de 2023, após a resistência palestina obter informações de inteligência sobre uma operação israelense de falsa bandeira para justificar a invasão e anexação da Faixa de Gaza. Mártir da causa palestina e da luta anti-imperialista, Yaḥya Sinwar é um herói dos povos do mundo e das lutas por libertação.
Na data que entraria para a história política do Na data que entraria para a história política dos EUA como o “Dia da Libertação de Assata Shakur”, Odinga se passando por visitante e aproveitando o baixo nível de segurança da penitenciária consegue entrar no Clinton Correctional Facility for Women, em Nova Jersey, após localizar JoAnne Chesimard lhe passa uma arma e rendem os guardas prisionais usando pistolas, tomam uma van do Centro Correcional e conseguem escapar com Cleo, codinome usado para identificar Assata, que é caracterizada pela repressão como a alma do Black Liberation Army. Mutulu, Mtayari Sundiata e Marilyn Buck também estão presentes na ação, um segundo carro dirigido Silvia Baraldini ainda é usado na fuga após abandoarem a van e os guardas sequestrados. Assata é levada para um aparelho e vai permanecer por alguns meses clandestina em diversos locais do país até seguir em fuga para as Bahamas em 1980 e ser acolhida como exilada política pelo governo cubano oficialmente em 1984. Diversas demonstrações de solidariedade do movimento de libertação negra ocorrem nos EUA e um grande ato é realizado alguns dias após a ação de libertação de Assata com cerca de 5 mil manifestantes em Nova York carregando cartazes com a palavra de ordem “Assata Shakur é bem-vinda aqui”, demonstrando apoio a JoAnne e a reivindicação do BLA por uma nação negra independente.
 
Assata Shakur desempenhou um papel importante no processo de reorganização do Exército de Libertação Negra que havia sido atingindo por uma brutal repressão após a intensa atividade armada que a organização desenvolveu entre 1971-72, mas foi a partir do episódio da sua prisão em 2 de maio de 1973, os sete julgamentos criminais contra ela que se seguiram até 1977 e a mobilização realizada pelo Comitê em Defesa de Assata Shakur, que JoAnne tornou-se uma figura pública nacionalmente conhecida. No incidente de 1973, que ocorreu quando um carro com integrantes do BLA foi parado pela polícia na autoestrada de Nova Jersey, Assata e o policial estadual James Harper foram baleados, Zayd Malik Shakur e o policial Werner Foerster morreram, Assata ficou ferida, sendo presa juntamente com Sundiata Acoli.

📙 Leia o artigo completo em editorialadande.com
Assata em Havana, Cuba, 1996. Assata em Havana, Cuba, 1996.
Contos Guerrilheiros – Memórias da luta armada Contos Guerrilheiros – Memórias da luta armada no Brasil de Ivan Seixas, ex-preso político da ditadura militar fascista no Brasil e ex-guerrilheiro do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), reúne em mais de trinta ensaios seus relatos e memórias reais que percorrem um importante período da história do nosso país, conduzindo o leitor às cenas do cotidiano da vida clandestina de militantes que assumiram o risco de enfrentar a máquina sanguinária da repressão através da guerrilha urbana e de ousadas ações armadas.

O livro narra o funcionamento interno das organizações guerrilheiras, as relações afetivas de amizade, amor e confiança estabelecidas entre os combatentes, a dureza da vida nos “aparelhos”, os encontros de guerrilheiros nos “pontos”, o levantamento de informações até as expropriações para financiar a luta, os tiroteios com agentes da repressão, as ações de propaganda armada, o atendimento médico aos feridos, o papel dos traidores conhecidos como “cachorros”, as redes solidárias de apoio e a tristeza das quedas de companheiros presos ou mortos pelos organismos de repressão.

Como participante direto da luta armada, Ivan Seixas nos brinda com as lembranças e a profundidade humana e fraternal de grandes nomes de nossa história como povo brasileiro, desde Henrique, Rei e Roque do MRT, passando por Lamarca, Fujimori e Inês Etienne, a comandante Leda da VPR, até os comandantes da ALN como Toledo, Bacuri, seu amigo Clemente e outros valorosos combatentes, mas também são personagens das histórias de resistência e opressão, assassinos e torturadores, além de infiltrados, que desempenharam um papel crucial na repressão.

Ações como a espetacular expropriação do Brink’s, a tomada armada da Mangels, a tentativa de sequestro do general Humberto Mello, os justiçamentos do sádico empresário Henning Boilesen e do delegado Octávio Moreira, e diversas outras operações armadas são narradas a partir da visão de seus protagonistas. São histórias de abnegação, heroísmo e valentia de um lado, mas também de traições, covardia e sadismo do lado inimigo.
 
Título: Contos Guerrilheiros – Memórias da luta armada no Brasil
Autor: Ivan Seixas
Páginas: 300 págs.
Frete Grátis
Apresentamos a terceira e definitiva edição do m Apresentamos a terceira e definitiva edição do mítico texto de Carlos Marighella em sua versão original e recuperada a partir da nossa pesquisa sobre a Ação Libertadora Nacional (ALN) em diferentes fontes históricas é apresentado nesta edição especial em parceria com o Movimento de Unidade Popular (MUP), que assina o artigo de apresentação. O livro conta também com todos os textos político-militares escritos pelo revolucionário baiano e sua última entrevista, que complementam a leitura do Minimanual, apresentando e sistematizando a teoria e a estratégia guerrilheira de Marighella.

O texto do Minimanual que comumente circula na internet ou em publicações no Brasil é uma versão modificada ou traduzida a partir de versões do italiano, espanhol ou francês. O texto original em português recuperado a partir dos documentos originais da ALN é apresentado em uma edição especial, com o objetivo de popularizar a versão original do documento político-militar mais famoso de Carlos Marighella, escrito como uma síntese da experiência da luta armada contra a ditadura militar fascista no Brasil e que juntamente com seus outros textos político-militares inseridos nesta edição conformam um conjunto de orientações para a guerra popular, a luta pela revolução brasileira e a construção do socialismo.

Título: Minimanual do Guerrilheiro Urbano – Edição Especial
Autor: Carlos Marighella – ALN
Páginas: 165 págs. 
Frete Grátis + adesivos de brinde.
A coleção Pensamento Marighella é a maior pesqu A coleção Pensamento Marighella é a maior pesquisa de recuperação da obra do guerrilheiro baiano e da organização revolucionária que fundou, a Ação Libertadora Nacional, reunindo em dois volumes mais de 70 textos, entrevistas e documentos recuperados ou inéditos, a partir do processo de ruptura de Marighella com o PCB, passando pela fundação da ALN, até o aniquilamento pela repressão da mais importante organização revolucionária da esquerda armada que enfrentou a ditadura militar fascista no Brasil.

O livro Pensamento Marighella – Volume I é uma antologia de Carlos Marighella e da Ação Libertadora Nacional, com apresentação nossa e mais de 30 documentos recuperados, se inicia com “A Crise Brasileira” de 1966, passando pelas entrevistas, mensagens e cartas de Marighella em Cuba de 1967, os documentos de ruptura com o PCB, a primeira edição de O Guerrilheiro, escritos clássicos como “Algumas questões sobre as guerrilhas no Brasil”, “Mensagem aos brasileiros (Chamamento)”, “Quem samba fica, quem não samba vai embora” e é finalizado com o texto político-militar “O papel da ação revolucionária na constituição da Organização revolucionária” de maio de 1969, além de uma série de fotografias recuperadas.
 
Carlos Marighella foi covardemente assassinado em 4 de novembro de 1969, em uma emboscada do DEOPS, na Alameda Casa Branca, em São Paulo. A morte do “inimigo número 1” da ditadura militar fascista e principal dirigente da luta armada no Brasil marcaria o recrudescimento da repressão contra os que ousaram desafiar regime fascista dos generais serviçais do imperialismo norte-americano.

Mesmo atingida pelo assassinato de seu fundador, a ALN e seus combatentes seguiriam heroicamente enfrentando a ditadura e seus organismos de repressão, passando a coordenar ações armadas com outras organizações revolucionárias e impulsionando a estratégia para a revolução brasileira elaborada por “Preto”, apelido pelo qual Marighella era carinhosamente chamado por seus companheiros e companheiras.
 

Título: Pensamento Marighella – Volume I
Autor: Carlos Marighella – ALN
Páginas: 270 págs. 
Frete Grátis + adesivos de brinde.
RONDÓ DA LIBERDADE – POEMAS DE CARLOS MARIGHELL RONDÓ DA LIBERDADE – POEMAS DE CARLOS MARIGHELLA

Rondó da Liberdade – poemas de Carlos Marighella é uma antologia poética completa do comunista baiano e parte da Coleção Pensamento Marighella. 

Com a apresentação “Marighella – a poesia de um revolucionário” escrita por Clóvis Moura e a homenagem poética "Vai, Carlos, ser Marighella na vida" de José Carlos Capinan, reúne todos os poemas de Marighella publicados em “Uma prova em versos (e outros versos)” de 1959 e em “Os lírios já não crescem em nossos campos” de 1966.

O livro é finalizado com a “Autobiografia de Carlos Marighella” de 1954 e o poema "Em seu enterro não havia velas" de Ana Montenegro.
 
Título: Rondó da Liberdade – poemas de Carlos Marighella
Autor: Carlos Marighella
Páginas: 115 págs. 
Frete Grátis + adesivos de brinde
Frente Popular para a Libertação da Palestina - Frente Popular para a Libertação da Palestina - FPLP:

Uma saudação dos revolucionários da Palestina aos revolucionários do Irã.

A salute from the revolutionaries of Palestine to the revolutionaries of Iran.

تحية من ثوار فلسطين لثوار إيران

درود انقلابيون فلسطين به انقلابيون إيران
Mais importante fotógrafo brasileiro, referência Mais importante fotógrafo brasileiro, referência mundial da fotografia documental e um ser humano imenso. Sebastião Salgado faleceu aos 81 anos no último dia 23 de maio, por problemas decorrentes de uma malária que adquiriu nos anos 1990.
 
Mineiro de Aimorés, no Vale do Rio Doce, Salgado cursou Economia na Universidade Federal do Espírito Santo e mestrado na Universidade de São Paulo (USP), onde conheceu sua esposa, a arquiteta Lélia Wanick. Economista marxista, Salgado foi militante da Ação Popular (AP) e depois, junto com Lélia, passou a integrar uma das bases da Ação Libertadora Nacional – ALN, organização da esquerda armada fundada por Carlos Marighella. 

Em entrevistas e conversas, Salgado dizia que colaborou com a ALN em diversas ocasiões, chegando a doar todo o seu salário na empresa Neves e Paoliello para a organização revolucionária e trabalhava em um plano econômico para a agricultura na região leste do estado de São Paulo dentro dos princípios socialistas.
 
Em 1969, monitorados pela repressão e por orientação da organização, Lélia e Salgado seguiram para o exílio em Paris, onde auxiliavam outros militantes que chegavam à capital francesa e organizavam atividades para arrecadar fundos para apoiar a resistência revolucionária contra a ditadura militar fascista no Brasil.

Sebastião Salgado, recebeu a maioria dos principais prêmios de fotografia do mundo, cobriu importantes momentos da história como a Revolução dos Cravos em Portugal, o sequestro do voo da Air France que fazia a ligação Tel Aviv-Paris e foi desviado para Entebbe, em Uganda, pela Frente Popular para a Libertação da Palestina e as Células Revolucionárias da Alemanha, além de guerras em Angola e no Saara espanhol e o atentado contra Ronald Reagan.

Ao longo da carreira, Salgado também realizou trabalhos marcantes como a exposição "Outras Américas", a coleção "Sahel: o homem em pânico", a série internacional "Trabalhadores", quando percorreu 26 países, e outros trabalhos como "Terra: luta dos sem-terra" e "Êxodos e Crianças".

#sebastiãosalgado #marighella #carlosmarighella #sebastiãosalgado #marighellavive #aln
CENTENÁRIO DE MALCOLM X, LUMUMBA, MOURA E FANON CENTENÁRIO DE MALCOLM X, LUMUMBA, MOURA E FANON
 
Malcolm X, El-Hajj Malik El-Shabazz, nascido como Malcolm Little em 19 de maio de 1925, foi o eloquente porta-voz da Nação do Islã (NOI), fundador da Organização da Unidade Afro-Americana (OUAA) e a figura mais contundente e importante da luta de libertação negra nos EUA. Em 21 de fevereiro de 1965, Malcolm foi assassinado por uma conspiração da CIA e do FBI, devido ao processo de radicalização das suas posições políticas na defesa do nacionalismo negro revolucionário e de um programa anticapitalista. 

Patrice Émery Lumumba, nascido em 2 de julho de 1925 como Élias Okit'Asombo, foi o líder pan-africanista e anti-imperialista do Movimento Nacional Congolês (MNC) contra a dominação colonial belga no Congo. Eleito primeiro-ministro em 1960, foi derrubado pelo golpe de Estado de Mobutu, patrocinado pela Bélgica e os EUA. Preso, barbaramente torturado e por fim fuzilado em 17 de janeiro de 1961, o corpo de Lumumba foi desenterrado e dissolvido em ácido sulfúrico.

Frantz Omar Fanon, ou Ibrahim Fanon, no nome árabe que adotou, nasceu em 20 de julho de 1925 na Martinica. Fundamental pensador anticolonial, marxista revolucionário e principal teórico da negritude, se tornou militante da Frente de Libertação Nacional (FLN) e tomou parte na luta de libertação argelina. Faleceu em 6 de dezembro de 1961, em decorrência de problemas de saúde.

Clóvis Steiger de Assis Moura nasceu em 10 de julho de 1925 no Piauí. Intelectual negro e marxista, foi militante do Partido Comunista do Brasil, o PCdoB histórico, e um ativo apoiador das Forças Guerrilheiras do Araguaia. Autor fundamental para entender a formação social brasileira, foi pioneiro no estudo e sistematização das lutas e insurreições do povo negro no Brasil, definindo a quilombagem como a expressão da luta de classes entre escravos e senhores. 

Artigos e livros de Malcolm, Lumumba, Clóvis Moura e Fanon podem ser encontrados em nosso site e nas próximas semanas vamos anunciar novas obras e lançamentos desses importantes revolucionários e referências fundamentais para a ação e o pensamento anticolonial.

💻 editorialadande.com
COLEÇÃO PENSAMENTO MARIGHELLA Pensamento Marig COLEÇÃO PENSAMENTO MARIGHELLA 

Pensamento Marighella – Volume I tem artigo de apresentação nosso e reúne mais de 30 documentos recuperados. Se inicia com “A Crise Brasileira” de 1966, passando pelas entrevistas, mensagens e cartas de Marighella em Cuba de 1967, os documentos de ruptura com o PCB, além de escritos clássicos da ALN até maio de 1969. 

Pensamento Marighella – Volume II tem também apresentação nossa e mais de 40 documentos, iniciado com o “Minimanual”, cartas, discursos e os últimos textos de Marighella até sua entrevista na revista Front de novembro de 1969. Com a ALN atingida pelo assassinato do seu fundador, apresentamos um conjunto de textos de Joaquim Câmara Ferreira, e após a queda de Toledo e a ALN reorganizada, apresentamos os textos da sua Coordenação Nacional e artigos da última fase da organização até 1973. 

Minimanual do Guerrilheiro Urbano é uma edição especial, em parceria com o Movimento de Unidade Popular. O mítico texto em sua versão original e recuperada a partir de diferentes fontes históricas, conta também com todos os textos político-militares escritos pelo revolucionário baiano e sua última entrevista, que complementam a leitura do Minimanual.

Rondó da Liberdade – poemas de Carlos Marighella é uma antologia poética completa do comunista baiano, com a apresentação de Clóvis Moura e homenagens poéticas, reúne os poemas publicados em “Uma prova em versos (e outros versos)” de 1959 e em “Os lírios já não crescem em nossos campos” de 1966. 

Por que Resistir à Prisão é uma edição com o texto original publicado em 1965 e outros escritos de Carlos Marighella sobre as prisões e a repressão em diferentes momentos da história brasileira, como “Frente a frente com a polícia e os IPMs” (1966), “Se fores preso, camarada…” (1951) e “O estudante Marighella nas prisões do Estado Novo” (1948). 

O Guerrilheiro – Ação Libertadora Nacional é uma publicação especial que reúne todos os artigos publicados nas 10 edições produzidas pela ALN do seu órgão central entre 1968 e 1973, além de recortes dos jornais Venceremos e Ação, da revista Teoria e Prática e outros materiais de propaganda da ALN.

* Livros em pré-venda ou serão lançandos em breve.
A Coleção Pensamento Marighella é resultado da A Coleção Pensamento Marighella é resultado da maior pesquisa de recuperação da obra do guerrilheiro baiano e da organização revolucionária que fundou, a Ação Libertadora Nacional – ALN. Uma antologia política completa, com diversos livros e publicações especiais, reunindo toda a produção teórica, literária, política e militar de Carlos Marighella e da ALN, principalmente a partir do seu processo de radicalização e ruptura com o Partido Comunista Brasileiro após o golpe militar-empresarial de 1964, passando pela formação da chamada “Ala Marighella” do PCB e do Agrupamento Comunista de São Paulo, até a fundação da ALN como a mais importante organização da esquerda armada, que continuou impulsionando a estratégia para a Revolução Brasileira elaborada por “Preto”, até sua última geração ser aniquilada e finalmente destruída pela repressão da ditadura militar fascista.

Com mais de duas centenas de documentos recuperados em diversos arquivos históricos brasileiros e internacionais, entre textos, artigos, publicações, poemas, entrevistas, jornais, panfletos e ensaios, em grande parte inéditos e em versões originais, a Coleção Pensamento Marighella se concentra no período da luta armada e do chamado “último Marighella”, apresentando o dirigente comunista de Salvador através de suas próprias palavras e escritos, não apenas como o mítico guerrilheiro e homem de ação capaz de resistir às mais bárbaras torturas e enfrentar uma ditadura sanguinária e brutal, mas também como um teórico da revolução brasileira e estrategista político-militar.

A recuperação do conjunto da obra de Carlos Marighella e a sistematização da produção político-teórica da Ação Libertadora Nacional, retomando a atualidade da estratégia e do programa revolucionário da ALN, é o que chamamos de Pensamento Marighella, como uma contribuição vigente e parte fundamental para a construção da Revolução Brasileira e das lutas atuais pela libertação popular e pelo socialismo. 

* Todos os livros da coleção estão em pré-venda ou terão lançamento em breve.
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